BMX

RACING E FREESTYLE

Em 2020 nas Olimpíadas de Tokio o ciclismo irá ganhar mais uma modalidade olímpica desta vez o "BMX FREESTYLE"

O ciclismo mundial comemorou o anuncio do Comitê Olímpico Internacional (COI) informando a inclusão de uma série de novas modalidades para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. As mudanças aprovadas pelo Conselho Executivo do COI foram solicitadas pelas Federações Internacionais e visam potencializar a participação feminina e as competições urbanas, que despertam o interesse dos jovens. Entre as novidades estão as provas de Freestyle Park no Ciclismo BMX e a Madison no Ciclismo de Pista. Com essa nova programação, o ciclismo passa a ser o terceiro maior esporte olímpico em termos de medalha de ouro (22 medalhas), disputando 66 medalhas no total entre as quatro disciplinas olímpicas (Ciclismo BMX, Ciclismo de Estrada, Ciclismo Mountain Bike e Ciclismo de Pista).

O BMX começou na costa oeste dos Estados Unidos em meados da década de 1970 e foi praticado por jovens que não podiam pagar uma moto com um motor. As primeiras fotos na revista Skateboarder mostraram crianças montadas em piscinas vazias em San Diego, Califórnia.

O BMX pode ser dividido em duas disciplinas Olímpicas: Racing e Freestyle.

 

O BMX Racing  envolve oito pilotos que competem um contra o outro em um circuito barro especial ao estilo motocross de 300 a 400 metros, que inclui saltos e curvas. Foi integrado na Union Cycliste Internatonale (UCI) em 1993 e se juntou ao programa dos Jogos Olímpicos em 2008.

A outra especialidade, o BMX Freestyle ocorrem nas configurações urbanas, mas o local é o Bike Park Freestyle. Os pilotos são julgados por manobras e saltos que eles executam de acordo com a dificuldade, a originalidade e o estilo.

CICLISMO DISTRIBUI 66 MEDALHAS EM TOKIO